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ENTREVIAS

De atendimento clínico à retirada de vítima das ferragens, resgate da Entrevias atende, em média, 117 ocorrências por mês

Equipes de plantão ficam nas bases operacionais nas rodovias e se deslocam para prestar atendimento pré-hospitalar

22/10/2020 18h37Atualizado há 1 mês
Por: Redação
Fonte: Letter Comunicação

Diariamente, profissionais da saúde e de resgate que prestam serviço à Entrevias Concessionária de Rodovias deslocam-se pelo trecho administrado pela companhia com a missão de salvar vidas e reduzir danos. Prestam um atendimento ágil, técnico e adaptado às diferentes necessidades dos pedidos de socorro que chegam à concessionária através do Centro de Controle Operacional (CCO). Assim que o contato é estabelecido com a empresa, seja pela própria vítima ou por alguém que passa e avisa sobre a ocorrência, um operador de CCO aciona a equipe de socorristas de plantão mais próxima ao local do fato. Dependendo da gravidade, desloca-se também, na sequência, uma unidade de suporte avançado, já com um médico e enfermeiro.

Ao todo, considerando a malha viária de 570 quilômetros administrada pela Entrevias, empresa que integra o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo, a engrenagem do atendimento médico de emergência é composta por 160 socorristas, 15 médicos e 15 enfermeiros, todos profissionais do Grupo São Francisco. “É pela prestação de serviços que usuários conseguem avaliar o retorno do investimento que é empregado nas rodovias e que fazem a diferença para quem precisa. Na malha viária da Entrevias, o usuário tem o retorno do valor pago no pedágio, seja numa emergência médica, em um apoio de guincho ou outro serviço. Buscamos sempre prestar um ótimo atendimento e valorizamos a avaliação feita do trabalho operacional”, diz Luiz Torelli, diretor de Operações.

De janeiro a setembro de 2020, na área sob concessão da Entrevias em Ribeirão Preto e região, foram 2.243 atendimentos de socorro. O montante representa uma média mensal de 249 casos. Na região de Marília, de janeiro a setembro deste ano foram 1.056 socorridos, média mensal de 117 ocorrências. Somando os dois trechos operados, um total de 3.299 atendimentos em nove meses.

Independente da gravidade das ocorrências, desloca-se sempre uma equipe de socorro composta por dois socorristas, sendo um condutor, para verificar a situação e oferecer o atendimento, e, se necessário, é feita a remoção para alguma unidade de saúde. O profissional socorrista é a primeira pessoa a auxiliar a vítima em estado de urgência e emergência, prestando o atendimento pré-hospitalar e acompanhando-a no transporte até o hospital.

Na Entrevias, a unidade de resgate básica é utilizada para atendimento inicial de casos menos graves, enquanto a unidade de suporte avançado é direcionada para ocorrências de maior risco à vida. Para decidir o mais indicado, é feita uma espécie de regulação médica prévia. Além do socorro prestado às vítimas de acidentes nas rodovias, é recorrente casos de atendimento clínico, que é quando o usuário da rodovia se sente mal e para em qualquer uma das 17 bases de apoio operacional localizadas na malha viária da companhia. Na maioria das vezes, caminhoneiros e idosos que param e solicitam serviços como aferição de pressão arterial. Aproveitam a estrutura oferecida nas bases de apoio, como bebedouro, sanitários e totem de autoatendimento.

Foi o caso do aposentado Aparecido Joia, que trafegava pela região de Marília no dia 16 deste mês e precisou do apoio da Concessionária após ter um problema mecânico no veículo. Além do apoio do guincho, foi abordado pela equipe médica de resgate, que mediu a pressão arterial do usuário. O bom atendimento fez com que Aparecido ligasse para registrar um elogio na Ouvidoria.

Rodrigo Pelicano, coordenador de Operações na São Francisco Resgate, explica que os dois trechos sob concessão da empresa, Marília e Ribeirão Preto, guardam bastante diferenças. Nas bases SAUs do Anel Viário Sul, Anhanguera em Jardinópolis e em Sertãozinho, é alto o fluxo de atendimento causado principalmente por ocorrências envolvendo colisões e choques.

“Principalmente nos horários de pico da manhã e fim de tarde ocorrem com frequência colisões relacionadas à desatenção e ao excesso de velocidade no Anel Viário Sul, com acidentes do tipo engavetamento. Já na Rodovia Anhanguera, rota de muitos caminhões, acidentes normalmente mais graves e que, às vezes, envolvem produtos perigosos e a necessidade de interdições para a retirada de vítimas das ferragens”, define.

Uma das médicas que atua na região de Ribeirão Preto, Larissa Marcussi, explica que atualmente as ocorrências mais comuns com vítimas envolvem motociclistas e colisões traseiras com veículos leves. “Com a flexibilização de atividades não essenciais, aumentou o número de usuários na rodovia e, consequentemente, a frequência de ocorrências corriqueiras com menor potencial de gravidade. É muito comum também casos de tombamento de moto causado por estouro de pneu”, completa.

Acostumada à correria e imprevisibilidade das rodovias, Larissa afirma que a sensação de dever cumprido é motivação certa para sempre buscar oferecer o melhor. “Não tem preço saber que através do nosso trabalho podemos salvar a vida de alguém, possibilitar um final diferente. Receber um agradecimento, um olhar de gratidão. Vale todo o esforço”, diz.

Contato

Em caso de acidente, usuários que estiverem nas rodovias sob concessão da Entrevias devem ligar para o telefone 0800 3000 333 ou, ainda, acionar a empresa por meio do app Wi-fi Entrevias SOS, gratuito, pelo qual consegue se comunicar com um operador por mensagem de voz, vídeo ou texto. Se avistar algum acidente na rodovia, é fundamental parar o veículo em segurança e acionar o socorro. Caso o usuário não saiba o telefone da concessionária, pode discar também para o SAMU ou Corpo de Bombeiros, que farão a comunicação com a empresa e deslocarão os recursos próprios, se necessário.

Com um monitoramento efetivo das rodovias realizado 24 horas por dia, o socorro da Entrevias será feito de forma ágil a quem precisa.

A Entrevias Concessionária de Rodovias é responsável pela operação, manutenção e modernização do lote Rodovias do Centro-Oeste Paulista, com um total de 570 quilômetros de vias no eixo entre Florínea, na divisa com o Paraná, e Igarapava, na divisa com Minas Gerais. O contrato de concessão assinado com o governo do Estado de São Paulo – Artesp é a agência fiscalizadora – prevê investimentos de R$ 3,9 bilhões na restauração de rodovias, ampliação da malha viária e implantação de tecnologias e inovações que contribuem para prestação de serviços de alta qualidade aos usuários. Visite o site da empresa: www.entrevias.com.br. Em caso de emergência nas rodovias ligue para 0800-3000-333.

 

Socorridos na rodovia

Total por trecho

Região de Ribeirão Preto

1.056

Região de Marília

2.243

Total:

3.299

* Período de 1º janeiro a 30 de setembro 2020

 

 

 

 

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